Eu: Kleiton Camargo :: nascido em 21.07.1985 :: canceriano :: BRASILeiro!!!!!

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Os conflitos humanos em suas mais complexas formas, como escreveu o nosso grande amigo autor de uma obra grandemente célebre, incluindo seu livro que empresta o nome para o nosso Blogger, W. Somerset Maughan, esse é o cara. De livros a gibis, de músicas a batuques, de sobrados a mocambos, enfím o Blogger mais recheado de particularidades da Web.

BLOGS:

Caminho da Lua

As Brumas de Avalon

Falatório da Keizoca

Sempre Mãe

Dias de Chuva

Gente Que Brilha

As Cartas de Torin

O Oráculo

Pensamentos Mal Passados

Café Preto

Nunca Diga Nunca

Eu Odeio Poodle

Dios Mio!

De Onde Canta o Sol

Queima Jesus

O Mercador de Seda

Sea Mind

O Esquisito

Stranger In A Stranger Land

Escudo do Leste

mid. Nocturne, Opus 9

Sábado, Novembro 29, 2003


Olá pessoal, mas que felicidade, pois estou conseguindo postar no Blogger. Amanhã, domingo, é o D passar mal na prova da Fuvest, nada disso, a solução é relaxar, se divertir, comer comidas leves e se sentir feliz com a ótima pontuação provinda do seu desempenho. Não irei fazer vestibular este ano porque me faltou tempo, e todo mundo sabe como esse tempo de que estou falando é precioso, fiquei um pouco chateado por isso, até porque vários colegas meus irão fazer, mas tenho todo tempo do mundo para pensar nisso, ainda mais agora que as aulas estão acabando, não sei se dou graças a Deus por isso, ou se fico triste por não mais rever meus colegas.
Fica os meus sinceros votos de boa sorte aos vestibulandos de amanhã! Eu deveria ser um destes, mas ano que vem, pretendo prestar para biblioteconomia, pretendo se conseguir, me graduar pela USP, que ainda continua sendo a melhor, não sei por quanto tempo mais. Vão com calma amanhã, ehm! Orem com clamor esta oração poderosíssima!!! (brincadeirinha)


Oração do Vestibulando

Vaga nossa que está na universidade,
Azarado seja o nosso concorrente.
Seja correta a nossa resposta
Assim na certeza como no chute.
O cursinho nosso de cada dia que pagamos até hoje,
Justificai as nossas despesas
Assim como nós justificamos as perguntas dissertativas.
E não nos deixe cair em tentação,
Mas livrai-nos do pau.
Amém.


Essa reza da braba promete ... (retirem isto, eu não escrevi esta baboseira...)

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ALFONSINA E O MAR (Alfonsina y el mar)
Mercedes Sosa

Pela branda areia que lambe o mar
tua pequena pegada não volta mais.
Um atalho somente de castigo e silêncio
chegou até a água profunda.
Um atalho somente de castigos mudos
chegou até a espuma.

Sabe deus que angustia te acompanhou;
Que antigas dores calou tua voz;
para dormir sussurrando no canto
das ondas marítimas!
A canção que cantam
no fundo escuro do mar,as ondas.

Vai,Alfonsina,com tua solidão:
que poemas novos fostes buscar?
Uma voz antiga de vento e de sal
te requebra na alma e a está levando.
E vás até lá como nos sonhos,
repousada,Alfonsina,vestida de mar.

Cinco sereias te levarão
para caminhos de algas e corais
e fosforescentes cavalos marinhos.
Farão uma roda ao seu lado.
E os habitantes da água vão brincar,
logo,ao seu lado.

Beija-me com fogo um pouco mais
Deixa-me que eu durma,ama,em paz.
E se chama ele,não o diga que estou
Diga que Alfonsina não volta.
E se o chama,não diga nunca que estou,
Diga que fui


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Da alta campina enxergo o caminho pedregoso diante de meus olhos, o caminho que trilharei, e que fica bem no meio das altas montanhas, nos vales secos de uma terra empoeirada. Sigo o caminho feito por outros que no passado, talvez distante, talvez ontem, andaram por esta mesma via sacra da vida deteriorada, em busca do descobrimento de um vale verde e fértil bem ali, após as montanhas de pó e de tristeza, em busca da razão do seu destino incerto. Como se fosse em romaria, busco uma catedral cravada no deserto que é minha vida, onde posso descansar, beber água viva e limpar min¿alma dos atrativos da vida mundana.
"A vida é curta", já se dizia assim no passado, cheios de incertezas vadiamos por aí, nossa vida é andar, trilhar o mundo em busca da paz, meramente almejada pelas almas cansadas de viver, quem sabe um dia encontraremos uma estrada que nos leve à um mundo esplendido, que nos leve à um simples momento de grandeza e que nos faça esquecer, nem que seja por um momento, nosso triste passado, nosso presente incompreendido e nosso futuro incerto.
Descendo o vale vou adiante, seguindo por uma estradinha de terra, passo por casas abandonadas, árvores floridas, porém espinhosas, passo por pessoas mais mortas que eu, mas que ainda conservam um simples sorriso para um andarilho desconhecido, adiante distinguo pedras, estrada, pedras, estrada, casas destelhadas, e mais estrada. Olho para o céu, infinito azul, enorme presente de Deus para os fiéis em suas jornadas pela terra, minha vista escurece, por um momento pensei que iria cair e permanecer no chão esperando os abutres bicarem minhas duras carnes, mas passageiramente me restabeleço do susto, não seria um susto morrer nesta minha idade sem graça, pois qual a graça que um velho inútil pode ter, neste mundo de meu Deus?
Ao me levantar do chão me deparo com uma linda paisagem verdejante, antes arruinado, o vale pedregoso se transforma num lindo campo florido, repleto de árvores frutíferas, no lugar do leito seco de um rio, o mesmo que usava como caminho, agora um remanso de esplendorosa beleza mística, com seus peixes nadando em águas semicristalinas, seixosas e ondulantes as águas graciosas desciam o caminho caudaloso com preguiça e destreza. Andando com admiração sem saber como cheguei àquele lugar, fiquei me perguntando se eu morrera em decorrência do escurecimento de vista, sim, obviamente eu morrera e estou no paraíso dado por Deus para os humildes de alma e coração, estava feliz para rever, se possível, meus queridos de outra vida, pais, amigos e parentes. Percorrendo o leito caudaloso do rio, sigo em busca de pessoas, semelhantes, provas vivas que confirmam que realmente estou no paraíso, mas, mais adiante na curva de rio, sem nada encontrar, me deparo com uma capela, pequena capela, de aspecto conservada, branca e azul nos detalhes, simples mas bem cuidada, prova que alguém a conservava muito bem, atravessei a nado o rio e me encontrei diante do singelo templo, atirando o chapéu ao chão entro irresoluto, dentro uma telha furada logo acima do altar deixa transpassar uma luz que diretamente ilumina uma cruz, não uma cruz qualquer, mas uma cruz símbolo da vida e não da morte, como a cruz carregando Cristo com sofreguidão, arrepios me sobem a espinha, não sei se medo ou emoção, um sentimento de fuga e ao mesmo tempo de permanência me sobem à cabeça, resolvo compartilhar com aquele momento único em toda minha vida de incidentes, agora percorro os vãos do templo cristão, que por dentro se revelam bem maiores do que vistos por fora, choro emocionado por sentir pela primeira vez uma felicidade extremamente verdadeira em toda minha vida, uma felicidade que vem do coração, e me julgo alguém importante, neste momento fui feliz como ninguém jamais foi...
Indo a uma janela fechada, eu caminho por quadros de imagens bíblicas, observo-as e me lembro das histórias que mamãe me contava sobre Moisés e o povo de Israel, lembro-me de quando Davi se tornou rei em sua infância, me lembro ainda de João Batista pregando no deserto, e de fragmentos de muitas outras histórias que mamãe antes de dormir me contava com amor.
Abrindo a janela me deparo diante do rio, assustado descubro o leito seco e pedregoso do remanso, o caminho que antes eu percorria, antes de me julgar morto, assustado olho com precaução ao redor da igreja, acabada, abandonada, suja, destelhada e arruinada, meu choro agora de medo e horror me faz desesperar, me faz perguntar onde está o vale florido e repleto de árvores, me faz questionar o paradeiro das águas do rio, me faz querer saber onde está o asseio da capela em que me encontrava. Desesperado eu procuro a luz mística que atravessava a telha quebrada iluminado a cruz da vida, logo me defronto com uma cruz feia, com um Cristo feio pregado com estacas verdadeiras, a luz misteriosa permanecia no mesmo lugar em que uma telha quebrada resistia a intempérie, uma telha vencedora, uma das últimas que ainda estava no seu devido lugar, a mesma luz só que com um foco diferente, com um sentido assustador. Perdido em meus devaneios enlouqueço, inicio meus anseios de velho em terminar de arruinar o pouco que me resta de vida, acabei com tudo que as minhas forças permitiram, usando o madeiro de um Cristo que ainda lutam em deixa-lo crucificado. Assim creio que acabei morrendo, exaurido por minha falta de vontade de persistir com a minha loucura, sem forças permaneci estirado ao chão por um eterno momento, esquecido por mim mesmo ...

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Sexta-feira, Novembro 28, 2003


Segundo o professor Hamilton de sociologia: Boa Noite, senhoras e senhores. Segundo professor Maurício de História: Boa Noite, gente feia. Segundo Kleiton, eu mesmo: Olá pessoal! Boa Noite!
Quanto tempo não escrevo, já estava com saudades de gastar meu trépidos pensamentos nisto aquí, pena que eu vou ter que ser rápido porque tenho que ir dormir logo, tenho aula hoje cedo, aliás como todos os dias. Como faz algum tempo que eu não coloco nenhuma poesia, acho mais que justo que eu coloque uma bem interessante de um livro que estou lendo, já leram "MISSAL BROQUÉIS", Cruz e Souza? Se não, leiam, os textos são de um lirismo tão intenso que só realmente lendo para se deparar com tão enorme beleza. Cruz e Souza, creio que já saibam, é um autor simbolista, e particulamente eu adoro o simbolismo, acho-o tão intenso, num sentido de profundidade mesmo, o simbolismo consegue atingir o ápice de um belo lirísmo, chamado exacerbado por Manuel Bandeira, sendo em suas formas brancas, em suas catedrais ebúrneas, com uma musicalidade impregnada no ar, cores e mais cores girando em torno dos seus olhos, é realmente puro misticísmo, um misticísmo com riquezas de descrições, com seus templos, torres, virgens e belezas mais!


MÚSICA MISTERIOSA

Tenda de Estrelas níveas, refulgentes,
Que abris a doce luz de alampadários
As harmonias dos Estradivárius
Erram da Lua nos clarões dormentes ...

Pelos raios fluídicos, diluentes
Dos astros, pelos trêmulos velários
Cantam Sonhos de místicos templários,
Dos ermitões e de ascetas reverentes

Cântigos vagos, infinitos, aéreos
Fluir parecem dos Azuis etéreos,
Dentre os vevoeiros do luar fluindo ...

E vai, de Estrela a Estrela, à luz da Lua,
Na láctea claridade que flutua,
A surdina das lágrimas subindo ...
(Cruz e Souza)


Até mais pessoal ...

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Sábado, Novembro 22, 2003


Olá pessoal! Além do "Estamos em Manutenção" e "Sua Seção Expirou", a globo arrumou mais um modo de chamarmos, literalmente, de troxas, qual é esta nova forma de fazer-nos de bobo? Eu que o diga, pois passei o dia todo tentando postar e arrumar o meu template que descobri que estava com uma pequena falha, o template do blogger estava pra vocês, espero que não esteja mais, todo branco, sendo que ele para mim estava até arrumado, mas ... quem já não foi vítima do " No momento nossos servidores estão sobrecarregados. Por favor, tente novamente mais tarde", é aquela nova fórmula que a globo arrumou para "trouxear-nos", santa paciência, eu já estava pedindo com os olhos lacrimejantes para que a sessão não expirasse, seria esse um sinal da loucura que me leva a dar socos na mesa do computador? Ou seria eu mais um que está indignado e revoltado com o Blogger Brasil? Eu acho que essa minha insatisfação é coletiva, fico muito triste porque se toda vez que eu quiser postar não conseguir a solução será fechar este blogger e, se possível, abrí-lo em outro sistema, bom, deixa eu terminar este post e, se conseguir, começar outro mais saudável ...
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Quinta-feira, Novembro 20, 2003



Olá pessoal! Revoltado estou pois no domingo a minha conexão estava horrível, o sistema caiu diversas vezes e aquela mensagem revoltante "Sua sessão expirou", apareceu na minha tela por volta de uma 20 vezes, sem exageros, existe coisa pior no sistema Blogger Brasil?
Bom pessoal, está tubo bem comigo e, espero que esteja bem com vocês também, passei para dar um alô à alguém que esteja lendo estas palavras sem objetivos, mas mesmo assim são palavras e as palavras são lindas quando são ditas com pureza de escrúpulos! A lingua portuguesa é a lingua mais linda do mundo, sem dúvida nenhuma, é um idioma com muitas voltas e rodeios que me fazem lembrar arabescos e que só fazem enriquecer o vocabulário de nossa gente e, sem sombras de dúvidas, que dá um nó em nosso cérebro, "tão fragil meu Deus!"
Gostaria de agradecer às pessoas que tem visitado este blogger tão simples, e por que acima de tudo tenham gostado das besteiras que escrevo aqui, mas todos escrevemos muitas vezes verdadeiras bobagens, pois temos que manifestar este lado bobo e ingênuo que temos em nosso subconsciente, este lado criança que reluta a todo instante em conseguir um espaço em nossa mente perturbada. Desejo ao mundo uma boa noite! Creio que antes de irmos dormir desejamos uma boa noite ao nosso próximo, nem que seja inconsciente, mas desejamos, e é isso que nos faz dormir com a alma revigorante, quando se está bem consigo e, principalmente com os outros! Agora deixa eu ir fazer uma liçãozinha rapidinha para que eu durma com vontade. "Meu Deus como é bom dormir"!

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Domingo, Novembro 16, 2003


Olá pessoal! Espero que alguém leia meus posts! Alguém aí viu a chuva passar em algum lugar? Meu Deus que que é isso?! O reservatório de água do sistema Cantareira está com 2,8 da capacidade, se continuar assim vamos secar em pleno sudeste do Brasil! Bom, mas não é sobre isso que gostaria de postar, não desmerecendo o valor que esse assunto tem para toda a população, digo mundial, principalmente nós jovens que somos frutos de uma sociedade desperdiçadora dos recursos aquáticos que por muito tempo achava que a água fosse durar para sempre.


BOOKS!!


Eu já não sou mais o mesmo, acreditem que no ano passado cheguei a ler cerca de 30 livros, entre romances, ficções científicas, livros policiais, etc, sendo que neste ano de 2003 lí somente 3 ou 4 livros. Eu fico a me perguntar o porquê desta redução brusca no meu hábito, quase que sacramental, de ler.
Eu me lembro que no ano de 2000 eu lí em um único dia 250 páginas do "Mundo de Sofia", detalhe que era num domingo ensolarado muito convidativo para passear, numa ânsia desembestada peguei o livro e só terminei de lê-lo quando o romance havia terminado. Agora estou com vontade de relê-lo, mas o único livro que eu teria como pegar era o da escola e ele foi roubado.
Em falar em roubo de livro, na biblioteca da escola onde estudo, a dona Izaco diz que por ano somem da biblioteca cerca de 200 livros. Na minha escola, E.E. Padre Antônio Vieira, um dia a diretora chegou com uma pilha de livros, entre eles Clarice Lispector, Ligia Fagundes Teles, Raquel de Queiroz, entre tantos outros, daí a diretora os pôs sobre o balcão da biblioteca, ela nos disse que o cara do sebo, que fica em frente a escola, tinha telefonado pra ela e falado sobre os livros que tinham aparecido lá e que os mesmos tinham o carimbo da escola, fiquei perplexo com a burrice dos que roubaram a biblioteca, pois além de serem ladrões são burros, as bestas venderam os livros no sebo em frente a escola, dá pra ver a gravidade da coisa? É cada coisa que me aparece!
Concluindo: preciso retomar meu hábito de leitura, espero que depois que eu termine a escola as coisas se acalmem um pouco e eu retome este costume que me faz tanta falta. Eu tenho uma lista da maioria dos livros que já lí, quem sabe eu a coloque aqui com alguns comentários, assim fica uma boa dica pra vocês lerem alguns livros!
Até mais, pessoal ...

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Sábado, Novembro 15, 2003


Olá pessoal! Desejemos boa sorte à Danni, porque ela está prestes a fazer vestibular, depois que lêem o Servidão Humana vão dar uma visitada no blogger dela, que é lindíssimo Cliquem Aqui!, passem também no Blogger da Luíza! porque esta semana ela estava que é uma pilha de nervos, vão lá dá uma força pra ela!.
Desabafando eu começo!! Pela primeira vez na minha vida eu pensei que a pena de morte deveria ser instalada aqui no Brasil, a atrocidade causada pelo vagabundo, crápula, animal, endemoninhado, lixo humano, esterco, me faltam até adjetivos para definí-lo, se alguém aí quiser me ajudar a completar a minha lista para definir aquele criminoso, verme humano, aquele que a sociedade taxa de menor, mas que já cometeu dois assassinatos antes de trucidar a jovem Liana, um a machadadas e o outro carbonizado, obviamente que vocês já sabem de quem estou falando, portanto nem ousarei em colocar o seu nome aqui, para não sujar o blogger. O mentecapto verme enojante com requintes de pura crueldade sarcástica, assassinou a jovem Liana e auxiliou na morte do namorado da vítima Felipe. Não tenho palavras para escrever porque são tantas que eu gostaria de expor que me faltam, mas, assim, como todo brasileiro, fiquei indignado, não sei se indignado é a palavra correta para designar todo o meu repúdio, ódio, indignação por este animal, me desculpem o reino animal, o que me revolta mais ainda é saber que este infeliz vai permanecer na FEBEM somente três anos e , posteriormente a este período, irá ser solto como se nada tivesse feito.
Um crime que fez até um experiente delegado, com 22 anos de polícia, chorar, é brincadeira isso não mobilizar as autoridades em favor da sociedade em geral. Quando é que eles vão ouvir-nos? Até quando teremos medo de sairmos de casa? Quando é que cansaremos de ver nossos irmãos sendo mortos e iremos a luta para um Brasil sem violência? Meu Deus tende misericórdia de nossas almas. S.ave O.ur S.ouls !!!!
Vocês são a favor a pena de morte? Será que é a melhor essa solução? Será que as pessoas irão pensar duas vezes antes de cometer um crime? Ou será que a raiva faz com que nós nos precipitemos a tal ponto que mudemos nossos princípios?
Para mim a pena de morte não levava ao caminho da segurança a nossa sociedade doentia, mas começo a mudar de idéia quanto a isso, e espero que eu não seja obrigado a ter uma posição radical quanto a adoção da pena de morte no Brasil. mas a impunidade de nossas autoridades me deixam a adotar idéias que poderiam ser diferentes se aqui o sistema carcerário recuperasse os detentos, pois hoje as Penitenciárias servem de Universidades para o criminoso de primeira viagem.
Não sei se vocês perceberam minha indignação, mas ela é tanta que fico em dúvidas se consegui expressá-la com exatidão. Mas a pergunta que não quer calar: Vocês são a favor da instauração da pena de morte no Brasil?
Até mais pessoal!! E desculpem-me por colocar um assunto tão chato assim, mas eu tinha que registrar!!!!!!!!!!

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Domingo, Novembro 09, 2003




O anoitecer é bem vindo quando se teve um dia feliz, os pálidos raios de sol são os resquícios de um dia ativo que se despede de nossa banda ocidental e nasce o sol no outro lado do mundo. Grande sol, sol que brilha mesmo com a escuridão da noite, através da Lua, que se ilumina com as suas explosões de raios de puro calor. A escuridão da noite nos faz sentir a falta da beleza de um belo dia ensolarado, e a claridade do sol nos dias bonitos de calor nos faz lembrar a noite como uma doce brisa fresca tocando nossa pele e transpassando-a, e apaixonadamente de mãos dadas os apaixonados curtem o luar da noite estrelada. A noite sobrevive porque o dia existe e o dia existe porque a noite acaba, mas, mais ainda porque o homem vive o dia esperando chegar a noite, aonde os corpos descançam e as almas vagam em busca do alimento dos amantes: a brisa fresca de um Luar viçoso! "Por tanto" e tudo o mais eu desejo a todos "BOA NOITE!!!" ...

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Êxtase de Azul

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O dia hoje está muito ensolarado aqui em São Paulo, realmente está um típico dia de domingo. Calor, sol, nuvenzinhas brancas num céu de um esplêndido azul: "Eu não sei se vem de Deus o céu ficar azul, / Ou virá dos olhos teus essa cor que azuleja o dia? ..." assim já cantava Gal Gosta nesta belíssima música "Azul" que casa perfeitamente com o dia "azulejado" de hoje. Azul é a minha cor preferida, o azul é uma cor límpida, revigorante, saudável, realmente a mais bela de todas as cores, o azul é a cor do céu dos amantes diurnos, é a cor dos mares que circundam o mundo, azul-esverdeado é um tom ainda mais belo que tinta os mares do Caríbe, juntamente com mil tons de azuis: azul turquesa, azul ferrete, azul aníl, azul royal, azul indigo, azul azul! O azul ainda colore a noite fresca de uma noite estrelada, neste caso o azul escuro e misterioso, as estrelas mais brilhantes do nosso cosmo são azuis e o nosso mundo visto do Universo também é azul, assim como a tarde de um domindo azul, em que La Belle du Jour viajava!
Sem contar que o mais raro diamante é azul, assim como os olhos de Salomé, ou seus olhos seriam verdes, ou ainda verde-azulados, não importa, o que importa é a sua dança sensual que por tão bela custou a cabeça de Yokanaan, mas creio que o sangue que corre nos veios do mundo é azul, do mesmo modo que a Água da Vida, que mata a sede eterna.
Esta tarde calorenta me bota um tanto confuso, não sei se é o calor no meu corpo, ou a lâmpada incandescente em cima de minha cabeça, pois estou num ambiente fechado, mas ainda me recordo das ilustrações que provam que as cúpulas das igrejas ortodoxas de Santorini são ora azuis, muito azuis, ora brancas, que se azulam com o tom azulejadamente azul do mar em sua extensão no mar Grego.
Não é um exagero algum dizer que A VIDA É AZUL, principalmente quando o céu que nos rege prova isto a todo instante em que levantamos a cabeça e olhamos para o seu azul infinito!

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Mais uma vez estou aqui escrevendo! Neste momento me veio a mente uma história que se passou comigo há dois anos atrás, por volta dessa mesma época do ano em 2001, na escola, num dia que em toda CEPAV - E.E. Pe. Antônio Vieira, minha escola -, tinha somente treze alunos ou doze, a professora juntou os alunos em uma sala e começou uma brincadeira que era mais ou menos assim: o aluno tinha que escolher uma pessoa e compará-la à um animal e explicar o porquê do animal escolhido e quais semelhanças este tal animal poderia ter com a pessoa escolhida, todos escolheram os seus "animais", não revelando qual era a pessoa que escolhera, daí então uma menina me escolheu como sua "cobaia" e disse que o animal que ela tinha me comparado fora à um sapo, mas ela não soube explicar porque, até eu fiquei sem jeito tentando encontrar uma explicação, fiquei curioso em saber o porque do "sapo", pois é tido por muitos como um animal até estranho, realmente eu fiquei encucado, inclusíve a professora também, pois a pessoa tinha que falar o porque que tinha escolhido tal animal e a garota não soube responder, como que se ela tivesse batido os olhos em mim e tivesse visto o "sapo".
Eu até gosto deste animal, até porque tem todo aquele folclore sob a figura do "Sapo Cancioneiro", com o seu violão sempre a tocar, ou do príncipe que vira sapo e se transfoma em príncipe novamente por um beijo dado por uma bela princesa, etc. A fígura mítica do sapo sempre tocando uma espécie de viola, realmente eu gosto muito, é uma imagem doce e terna, e os seus olhos semicerrados são tão emotivos que mostra um grande prazer em serem avistados. Desde então passei a admirar talanimal com mais atenção.O sapo já foi "poetisado" por Manuel Bandeira em "Os Sapos" ...



Enfunando os papos,
Saem da penumbra,
Aos pulos, os sapos.
A luz os deslumbra.

(...)

O sapo-tanoeiro,
Parnasiano aguado,
Diz: - "Meu cancioneiro
É bem martelado."

(...)


... e presente no folclore europeu em algumas lendas, inclusíve em uma das mais conhecidas como a do "O Príncipe Sapo". Coletada pelos irmãos Grimm, que foram um dos maiores colecionadores de contos populares, ajudando a resgatar uma enorme gama de contos, principalmentes de caráter oral, suas obras nos ajudaram a conhecer e a preservar um pouco da cultura popular da Europa, pelo menos de uma grande parte dela, dessa mesma cultura que também fizeram parte na nossa formação tradicional. Este conto um tanto incomum é mais ou menos assim:

Por não ter sido chamada para ser madrinha do pequeno príncipe, a feiticeira, revoltada, resolve se vingar transformando-o num sapo. Até que um dia uma linda e egoísta princesa vai passear no bosque e deixa sua bola cair dentro do lago. O Sapo, que está por perto, se oferece para pegar a bola desde que a princesa o leve para o castelo e o deixe dormir em seu travesseiro. Ao reaver a bola, a princesa vai embora. Mas, à noite, o príncipe sapo vai ao castelo e a princesa se vê obrigada a cumprir a promessa. Enquanto a princesa dorme, aparece um escorpião e o sapo a salva de ser mordida por ele. Em sinal de agradecimento, ela o beija e desfaz o feitiço, transformando-o novamente num príncipe.

Um belo conto este não? Espero que tenham gostado, procurei narrar de uma forma bem simplificada. Detalhe: até hoje eu procuro a razão por qual a garota me auxiliou com um sapo, quero dizer que não fiquei chateado por isso, por que como já escreví, eu nada tenho contra este animal, mas acho que tem que ter uma resposta. Alguém aí sabe? Até o próximo post pessoal!
Mas não podia me despedir sem agradecer a Luíza por ter visitado o meu Blog e de ter tido a delicadeza de colocar um link do Blogger Servidão Humana em seu Blogger, o Caminho da Lua. Luíza um Beijão pra você! Gostaria de pedir para as pessoas que visitam o meu Blogger, meu Blogger não, "meu" soa muito pesado pra mim, corrigindo, para as pessoas que visitam o nosso Blogger Servidão Humana, que fizessem uma visita no Blogger da Luíza , vocês vão adorar, tenho certeza! Obrigado pessoal. Tenham uma boa noite!!! Até...

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Sábado, Novembro 08, 2003




PRA DIZER ADEUS
Elis Regina e Zimbo Trio

Adeus,
Vou pra não voltar
E onde quer que eu vá
Sei que vou sozinha
Tão sozinha amor
Nem é bom pensar
Que eu não volto mais
Deste meu caminho

Ah! nem é bom saber
Como te contar
Que o amor foi tanto
E no entanto
Eu queria dizer, vem
Eu só sei dizer, vem
Nem que seja só
Pra dizer adeus.

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Boa noite para quem está aqui observando estas palavras sem sentido algum, hoje o meu humor não está dos melhores, pois sinto que a minha vida está tão carente de carinho, de afeto e de risadas. Não me levem a mal, podem até não gostarem do que estou escrevendo, ou do que eu estou tentando escrever, mas eu quero escrever alguma coisa que me faça jorrar meus sentimentos de agora, para que amanhã ... bom, deixa pra lá. O ano está acabando e o coração vai apertando, no meu caso tenho uma sublime certeza que demorarei um tempo considerável sem ver os meus colegas, estou no terceiro do colegial e já estou com saudades dos meus professores, dos funcionários da escola, da bibliotecária voluntária, Dona Izaco - Santa Protetora dos Leitores Desamparados -, e obviamente dos meus colegas de classe que tenho três anos de convívio meio incertos.
Já estou acostumado em perder amizades assim, tantos anos de convívio que você tem com seus colegas e, repentinamente você é obrigado a deixá-los assim, sem mais e sem menos, isso acontece comigo constantemente, a última vez que isso me aconteceu foi há quatro anos, quando tive que mudar de bairro, deixei o Rui Barbosa e um bom pedaço de mim mesmo, pois como o próprio Drummond escreveu naquela famosa poesia "Resíduo": "Se de tudo fica um pouco, mas por que não ficaria um pouco de mim?" E é pura verdade, sei disso, creio que pensem assim também, porque acredito que a saudade é uma forma de resgatar o que nós temos deixados nos lugares que passamos, a saudade é a prova viva que fincamos as raízes profundas em lugares que jamais quereriamos termos partido, quando escrevo lugares estou me referindo também a pessoas e épocas que marcam e nos fazem dar risadas dos momentos em que talvez antes, tenham nos feito chorar.
Quantas e quantas vezes desejamos que o ano letivo termine logo, cheguem as férias e o sossego de acordar mais tarde, pra quem estuda de manhã - meu caso, só que desta vez é diferente, desta vez as pessoas não serão mais as mesmas, os dias também, se serão melhores, eu não sei, talvez mais conturbados, sim obviamente as responsabilidades mudarão, mais o que me mais me dói e ter que deixar os meus colegas mais uma vez, o que me faz sentir sozinho no mundo, como se a cada vez que eu deixasse um pouco de mim nos lugares e, nas pessoas que conheci, fosse o bastante para partir para a estaca zero. Gostaria que alguém me compreendesse e se identificasse com o que estou sentido agora, não estou inventando um lirismo sem sentido em escrever estas palavras, pois as mesmas são tão verdadeiras quanto o sangue vermelho que percorre em minhas veias!

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Domingo, Novembro 02, 2003



Rainyday.


Chove lá fora uma chuva torrencial, estou aqui a observar os respingos da chuva molhando as folhas da grande árvore defronte o meu aconchego, sentado na poltrona e agasalhado pelo cobertor, eu observo o mundo através da minha janela, grande janela que me faz ver a beleza de uma tarde chuvosa, com suas campinas verdejantes, seus céus nublados rebentos de vida aquosa, as poças que se formam no solo incerto - um verdadeiro mar para uma pequena tartaruga indefesa, os ventos balaçando as árvores em várias direções e os alguns pássaros voam em meio ao temporal. Enquanto a chuva não para, eu saboreio uma xícara de chocolate quente, doce e terno, assim como o fogo brando da lareira, que não me ajuda a esquentar meu corpo, mas a aquecer um personagem de um livro, que eu lia ávidamente, antes de o largar sobre o meu colo, para observar o doce rítmo da chuva, coincidentemente, na estória do livro também estava chovendo, mas ao contrário de meu caso, o personagem, o jovem Arsène, irritava-se com o tempo, que o mesmo denomina 'feio', não percebendo a graça dos pingos chuvosos a molharem a vasta vegetação dos campos que rodeiam seu chatêau.
Aos poucos os respingos da chuva vão rareando, os pássaros com mais freqüência voam sob o céu nublado, as poças d'água agora paradas começam a secarem, as pessoas iniciam seu ritual de dispersamento pelas ruas, num sentido de comprovarem realmente que a chuva se fora e não mais as incomodarão, pelo menos até tomarem um pequeno cafézinho na casa do vizinho.
A chuva cessou finalmente, sozinho no conforto da minha casa, diante da janela fecho as cortinas e, deito-me na cama, não para dormir, mas para retomar minha leitura já esquecida, tomada pelo poder inebriante da chuva. Acendo a luz do abajur e continuo a apreciar o mundo fantástico que é o da literatura. Passado algumas horas, volto a ouvir o barulho gostoso dos pingos de chuva no telhado, mas já anoiteceu, escureceu a claridade do dia, agora é noite e estou com sono! Reluto com as minhas palpebras que teimam em cerrarem, ainda me levanto para observar a chuva novamente, mas não resisto ao convite feito pelo conforto da minha cama quente e do meu edredom grosso que fazem-me voltar atrás, calmo e sereno durmo ao som dos grossos respingos chuvosos ... deito resoluto e sonho ...

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O atrito do asfalto e do piso da calçada com o sapato apertado e irritadiço fazia um pequeno barulho que quase se passava desapercebido por todos, menos por mim, espírito errante, um passante pelo mundo que veio a vagar em busca de algo que nunca tive em vida, ainda não descobri, mas descobrirei, de uma forma ou de outra. Eu sou uma sombra que nasce do foco da luz num determinado eixo do muro pichado, ou do asfalto molhado pela fina garoa, sou a sombra de alguém que me apego nas ruas do grande e vasto mundo, enfim, sou o que você quiser chamar, contanto existo.
Descendo a ladeira eu acompanho um traunsente, um garoto de dezessete anos, era num sabado, peguei-o num dia não tão bom quanto eu esperava , mas a vítima era a que eu batesse o olho, logo o tal pedestre fora o primeiro. Num momento ele começou a andar de uma forma maquinalmente, lenta e compassada, suas pernas o levavam, sem controle algum sobre o seu caminho o rapaz ia ... ia. Cantando alguns trechos de músicas, não se dava conta das pessoas que passavam e o olhavam:

"Meu coração, não sei porque.
Bate feliz quando te vê
E os meus olhos ficam sorrindo
E pelas ruas vão te seguindo
Mas mesmo assim foges de mim ..."


Descia ladeira, virava esquina, subia morro e o descia. Seus olhos, azuis como crisântemos azuis, estavam murchos como os mesmos em véspera de finados, seus ombros baixos denunciavam uma falta de compostura como a de um ramo de trigo, curvado não sei para quem, sua voz que ainda cantarolava, agora uma mistura de nada com nada, ficava cada vez mais baixa, até que só eu, sua sombra, ouvia. Seria tristeza? Mas o que é a tristeza? Tristeza é quando você não quer ouvir uma só palavra, mas adoraria que alguém as falassem? É quando todos ao seu redor parecem estar felizes, menos você? Seria quando você canta uma canção baixinho para que ninguém perceba as lágrimas que lutam e relutam em descer pelo seu rosto?
Uma ambulância grita desesperada pela via atarefada, nem isso o faz despertar, uma criança pede à ele uma moeda, e muito menos isso o desperta, é como se a vida para ele fosse um mundo a parte, um mundo paralelo em que esporadicamente visitava, e sempre que acontecia isso, algo o fazia lembrar que a rede que fizera sobre si era mais segura, que nunca iria rebentar os fios grossos que tecera em volta dos seus olhos, peito, mãos e pernas. Como era cômodo sua alma envolta de plumas de ganso de seu travesseiro, como era quente a sua caminha, gostosinha, fofinha, bonitinha. Sim, seu mundo era o ostracismo do conforto da sua casa, dos afagos da sua cama, que o convidava para dormir sempre que se vira ameaçado em sair do sue mundinho chamado "Individualidade".
Estava me cansando de acompanhar um rapaz, em plena flor da idade, com seus olhos azuis crisântemos olhando para o vácuo, quando tanta coisa há em sua volta para olhar, custava pelo menos que ele travasse uma conversa comigo, sua sombra que o acompanhava em sua "Via Sacra".
Totalmente cansado, resolvi encarar outra pessoa menos complicada, mas para minha decepção, todos nessa grande cidade cosmopolita, São Paulo, estavam com uma doença que eu vim descobrir em pouco tempo, o stress, uma bela palavra para designar um mal do século. E o meu pobre traunsente era simplesmente mais um estressado desta cidade que de tão cansado não percebia o mundo mágico que luta em perpretar no mundo moderno, mas os tempos passaram, antigamente era fácil o convívio entre os seres míticos e os povos da terra, e é por isso que a fantasia dos mundos mágicos não conseguem conviver com as cidades modernas do mundo insandecido, em que as pessoas se tornam tão eruditas e esquecem suas raízes de um tempo passado e, tristemente o mundo fantástico se fecha nas brumas, nos portais onde as terras mágicas se encontram!

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Sábado, Novembro 01, 2003




"Quando a Lua Nova se esconde por além das nuvens do céu estrelado
Quando as fogueiras de Beltane iluminam as faces das pessoas
E homens e mulheres dançam sem parar em volta do fogo,
Quando a primavera é celebrada com olibanos, rosas e lilases...
E a fertilidade dada pela deusa cria na terra um fulgor,
O cio das campinas se completa com os amores afagados
E a deusa mais uma vez vence na noite da escuridão da Lua Nova."


Este é um trecho de um poema que escrevi e ainda está em fase de término. Este trecho mostra o meu apego pela cultura celta, e como ontem, dia 31/10/2003, foi o dia das Bruxas, eu gostaria de colocar algo aqui algo sobre essa cultura tão bela que por sinal só perde para a brasileira, lógico. As fogueiras de Beltane fazem parte do ritual destinado a Deusa e ao Deus, e era tido para comemorar o surgimento da fertilidade na terra. As pessoas deixam-se dançar ao extase do momento, quando a fertilidade está em alta e os dançantes fazem uma grande fogueira com as madeiras sagradas - bétulas, carvalhos, pinheiro, etc - numa forma de comemorar a fertilização do solo e das colheitas e, portanto, comemorar a própria fertilidade.
Eu pesquisei e comprovei que a palavra Beltane vem do nome do Deus céltico "Bel", que era o senhor da vida, da morte e do mundo dos espíritos. "Tinne" é uma palavra céltica que significa 'fogo'. Assim, Beltane quer dizer "Fogo de Bel".
Beltane é o tempo de celebrar a vida em todas as formas. É o momento de dar boas-vindas ao Verão, momento de equilíbrio, no qual nos despedimos das chuvas, e as colinas e vegetações atingem tons dourados.

Logo a seguir eu coloquei uma música da Loreena Mckenitt, uma cantora e compositora canadense que adora música celta, inclusíve sua música é voltada para a World Music, e logicamente a música celta é um fator presente em suas composições e interpretações. Confiram "The Mummer's Dance, que presumo que seja "A Dança da Mãe", presumo porque não encontrei tradução para "Mummer".




LOREENA MCKENNITT

The Mummers' Dance

When in the springtime of the year
When the trees are crowned with leaves
When the ash and oak, and the birch and yew
Are dressed in ribbons fair

When owls call the breathless moon
In the blue veil of the night
The shadows of the trees appear
Amidst the lantern light
We've been rambling all the night
And some time of this day
Now returning back again
we bring a garland gay

Who will go down to those shady groves
And summon the shadows there
And tie a ribbon on those sheltering arms
In the springtime of the year

The songs of birds seem to fill the wood
That when the fiddler plays
All their voices can be heard
Long past their woodland days

And so they linked their hands and danced
Round in circles and in rows
And so the journey of the night descends
When all the shades are gone

"A garland gay we bring you here
And at your door we stand
It is a sprout well budded out
The work of Our Lord's hand.


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EU SOU CANCERIANO!!!


Não acredito em horóscopo, pois o acho muito superficial, mas acredito no Zodiaco, nos signos zodiacais. O tipo de personalidade dos signos casam perfeitamente com o meu jeito de ser, pelo menos comigo funciona. Sou romantico, carinhoso, sonhador, perfeccionista, sou uma prova viva disso, voces não sabem o quanto que demorei para deixar este Blogger mais ou menos do jeito como queria, e ainda acho que deveria mudar alguma coisa, enfim, quem é canceriano sabe que esse é um mal, ou um bem que nos persegue, o canceriano é fiel e companheiro, amigo e conselheiro. Não, o canceriano não é perfeito, existem defeitos muito graves, um deles é o medo de se relacionar, muito desconfiado o canceriano tem medo de se chegar diante da pessoa que gosta. Não precisei de pegar nenhuma matéria sobre o signo de cancer na Internet, pois tudo que escrevi é verdadeiro, sou assim, lógico que faltam tantos mais defeitos para colocar que até me fazem esquecer, mas gosto muito de ser canceriano. Detalhe, sou do dia 21 de julho de 1985, portanto pego o último dia de cancer, e nasci às 11 horas da noite, ou seja, na última hora de cancer. Será que pego influência de Leão? Alguém aí sabe?
Até pessoal !!!

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